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"SEM ESCRIVÃO A POLÍCIA PARA"
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15/03/2016 - ESCRIVÃES ESTÃO FICANDO DOENTES... ... pelo excesso de trabalho e sem tempo para a família
ESCRIVÃES ESTÃO FICANDO DOENTES... ... pelo excesso de trabalho e sem tempo para a família
ESCRIVÃES ESTÃO FICANDO DOENTES... ... pelo excesso de trabalho e sem tempo para a família. Enquanto isso Geraldo Alckmin, ignora os apelos do Secretário e do Delegado Geral e nomeia apenas 394 Escrivães aprovados no concurso de 2013
 
O ESCRIVANATO PAULISTA ESTÁ FICANDO SEM SAÚDE...
...pelo excesso de trabalho e sem tempo para a família. Enquanto isso, Geraldo Alckmin ignora os apelos do Secretário e do Delegado Geral e nomeia apenas 394 Escrivães de Polícia aprovados no Concurso de 2013
 
Foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) de terça-feira (8) a nomeação de 394 Escrivães, número que corresponde à metade das 788 vagas do concurso de 2013 para a carreira. O presidente da AEPESP, Horácio Garcia participou da cerimônia de entrega de 84 viaturas às polícias Civil e Militar da região de Piracicaba no Fórum em Hortolândia, em 02 de março, e questionou o Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o Secretário de Segurança Pública Alexandre de Moraes sobre a nomeação dos profissionais para a Polícia Civil.
Desde 2013 quando foi autorizado o preenchimento de 788 cargos vagos por aposentadoria, falecimento e exoneração para o cargo de Escrivães de Polícia para o estado de São Paulo, que o presidente da Associação dos Escrivães acompanha a lentidão da finalização do processo de admissão dos novos profissionais, que se arrasta por longos três anos. Além disso, a situação da falta de Escrivães nos quatro cantos do Estado é desesperadora e, mesmo a totalidade dos 788 aprovados, não suprime a necessidade
dos cartórios da Polícia Judiciária.
O Governo surpreendeu a todos quando nomeou apenas metade dos aprovados, pois o Secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes e o Delegado Geral Dr.Youssef Abou Chahin, defendiam a nomeação da totalidade dos 788, o que amenizaria a situação grave da falta de Escrivães. Ignorando a situação das delegacias e dos profissionais que trabalham de maneiras precárias, insalubres e sobrecarregadas com o excesso de trabalho em todo o estado.
“A verdade é que os Escrivães de Polícia estão ficando doentes de tanto trabalhar, de cumprir escalas de sobreaviso. O Escrivão tira o seu turno normal de trabalho, saindo sempre muito depois do seu horário estabelecido e, uma vez em casa com sua família pode ser chamado a qualquer momento. Também existem Seccionais do interior que, além do dia normal, além da escala de sobreaviso, o colega ainda responde por um município da sub-região. E agora, Delegados das Especializadas de Entorpecentes, então criando mais uma escala para elaboração de Autos de Prisão em Flagrante. É preciso encontrar uma forma de adequar essa situação. Já levei esses fatos ao Senhor Delegado Geral de Polícia que prometeu verificar o motivo de tantas escal as ao mesmo tempo”, contou o presidente da AEPESP.
A par de todas essas circunstâncias, Horácio Garcia aproveitou do evento em Hortolândia, no último dia 01, em que estavam presente o governador de São Paulo, Geral do Alckmin e o Secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes e questionou a posição do Estado para essa situação alarmante que vive atualmente a polícia civil.
Em conversa coloquial expressou sua indignação há grande defasagem de Escrivães e a necessidade urgente de novos profissionais para a classe.
O governador do Estado de São Paulo respondeu que estava tomando providências e que nos próximos dias seria divulgado um cronograma dando posse aos concursados.
Para o Secretário de Segurança, Alexandre de Moraes a posse de Escrivães é ‘prioridade da prioridade’, O Secretário ainda argumentou ao presidente da Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo, de que, vem desenvolvendo um trabalho conjunto com o Delegado Geral de Polícia Youssef Abou Chahin, chegando a afirmar que o Dr. Youssef é um entusiasta da nomeação de todos os Escrivães aprovados do concurso de 2013.
 
Os candidatos
 
O presidente da AEPESP, tem visitado várias unidades a convite dos próprios Associados e, após constatar os problemas locais, tem tomado decisões no sentido de obrigar o governo a solucionar a falta de Escrivães que é inédita em toda a história da instituição policial civil Paulista, diz o presidente; “Se de um lado Escrivães de Polícia abarrotados de inquéritos em andamento, com cartórios que chegam a 700 feitos,
claramente além da capacidade humana de labor, sofrendo assedio moral por conta de autoridades que querem o resultado final em cada vez menor tempo, chegando ao cumulo de, alguns deles, dizer ‘na polícia quem manda é o Delegado, o resto é peão’ e, ameaçando a todo o momento de encaminhar os seus comandados para a Corregedoria, ainda existe o outro lado da questão, que são os 788 candidatos aprovados e prontos para assumir aguardando apenas a boa vontade do Governador, que pela publicação daterça-feira (8), não é tão boa assim”.
A Associação dos Escrivães congrega Associados da ativa, mas também de uma forma inovadora vem sendo alvo de futuros Escrivães e Escrivãs desesperados para tomar posse muitos deles deixaram seu antigo trabalho na espera de serem logo convocados e foram observando a inércia do Governo Paulista em publicar as nomeações no Diário Oficial. Assim, dezenas desses candidatos desde meados de 2015 vem mantendo contato com a entidade de classe. “Com toda a minha experiência de dirigente de entidade
nunca vivenciei uma situação como esses concursados estão sendo tratados por parte do governo. Primeiro, o concurso obedece as regras do seu edital. O governo instituiu um número de vagas, todos passaram por todo o processo de seleção e seriam distribuídos para o exercício do cargo com regras de classificação onde os melhores escolheriam primeiro. Quando o governo chamar apenas metade, como ficariam os critérios estabelecidos no edital, certamente uma enxurrada de Mandados de Segurança poderão aportar na justiça, caso alguém sinta-se prejudicado. Ainda estou realizando um trabalho de atendimento dos candidatos e os acompanhando nas iniciativas de convencimento as autoridades de convocar o mais rápido possível a segunda metade dos Escrivães aprovados”, finalizou Horácio Garcia.
O competente departamento Jurídico da AEPESP está estudando quanto à legalidade do governo fracionar o concurso.
Os candidatos por meio de um grupo criado por aplicativo de celular vem realizando um trabalho de aglutinar os companheiros e solicitaram a parceria da Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo. Pelo aplicativo os candidatos, sempre questionam o fato de muitos Escrivães também terem sido aprovados no concurso de Investigadores e, acreditam eles que as opções poderão ser para o segundo cargo, esvaziando o número de Escrivães, então acham que nomeados os 394 e que depois da debandada, podem sobrar apenas 300 aprovados. Ou seja, se 788 não supriaa necessidade, imaginem com muito menos!
 
Fonte: JORNAL DO ESCRIVÃO - EDIÇÃO MARÇO/2016

 

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